quinta-feira, 26 de junho de 2014

"O Amor é uma Invenção do Cinema"


No final de 2012 escrevi uma peça, a que dei um título provocatório, "O Amor é uma Invenção do Cinema". 

Foi escrita sem objectivos concretos, foi sobretudo uma tentativa pessoal - com mais algum fôlego que outras anteriores - de entrar no texto dramático.

Dei-a a ler a várias pessoas, para que me corrigirem e ajudassem a torná-la mais "teatral". Uma das pessoas a quem dei o texto foi Eugénia Conceição, encenadora do Cénico Incrível Almadense. Para surpresa minha ela demonstrou logo interesse em encenar e representar a peça.

E como costuma acontecer nestes casos, depois dos ensaios e da preparação cénica, "O Amor é uma Invenção do Cinema" vai ser estreado no próximo sábado, às 17 horas, no Salão de Festas da Incrível Almadense, em Almada.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

o circo da babilónia na casa (pouco) assombrada


Voltei a escrever uma pequena história, em que os protagonistas foram os alunos da aula da minha filha.

Desta vez viajei até ao circo, que teve de ser "transferido" para uma casa (que diziam assombrada...), porque o temporal resolveu fazer das suas e destruir-lhes o pano da tenda do circo...

Para ajudar as gentes do circo, os alunos também entraram no espectáculo, que foi um sucesso, claro.

O bonito desenho da capa é da autoria de Mártio.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Os Meus "Cravos da Liberdade"


Além de escrever, também gosto de fotografar coisas.

Por estarmos em Abril, a festejar os 40 anos da Revolução dos Cravos, organizei uma exposição que mistura fotografias, cravos e poemas, intitulada, "Cravos da Liberdade - fotografias com palavras".

Fiz também um pequeno folheto e também um catálogo (artesanal, claro) com as treze fotografias e os treze poemas-legendas, para oferecer a amigos.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Os Poetas da SCALA


A melhor forma de comemorar o Dia Mundial da Poesia. É por isso  que organizamos a  "4ª Festa da Poesia de Almada", com muita poesia.

Organizei também um caderninho com poemas de poetas da SCALA (com capa de Mártio), onde escrevi um poema em que homenageio esta Colectividade Cultural, que acabou de completar 20 anos...

Vinte Anos

São vinte anos a sorrir, a sonhar,
a andar, a correr e a saltar…

São vinte anos de resistência
Vinte anos de persistência
Vinte anos de solidariedade
Vinte anos de liberdade.

São vinte anos a pintar, a fotografar,
a desenhar,  a escrever , a recitar…

São vinte anos de memórias
Vinte anos de histórias
Vinte anos de gente sem idade
Vinte anos de amizade.

São os vinte anos da SCALA,
sempre de mão dada com o sonho e a ilusão
não fosse ela “Mulher-Paixão”.


                                       Luís Milheiro

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O Barão de Cacilhas


Escrevi um pequeno quadro teatral alegre, que fez parte do espectáculo de homenagem a Fernando Barão, que teve como actores Francisco Gonçalves, Orlando Laranjeiro, José Ganhão e eu próprio (numa pequena aparição no palco...).

Acabei por fazer um pequeno caderninho para oferecer aos meus amigos, com este quadro de um acto sobre "O Barão de Cacilhas".

sábado, 4 de janeiro de 2014


Escrevi um pequeno caderninho para a festa de homenagem a Fernando Barão, que se realizou hoje, a que dei o título de "Fernando Barão - 90 Anos de Idade 105  de Actividade Associativa", que está dividido em duas partes. Na primeira tento fazer a história da sua vida por décadas, na segunda explano o seu percurso associativo de 105 anos como dirigente de sete colectividades almadenses, três das quais ajudou a fundar.

É uma homenagem mais que merecida a um grande amigo.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Por Causa dos Livros...


Por causa dos livros (sempre eles...), acabei por escrever um pequeno opúsculo sobre a história da Biblioteca da Incrível Almadense, que será apresentado no próximo sábado.

A minha principal motivação para fazer este trabalho, foi corrigir alguns erros históricos, que cometera de uma forma involuntária, quando colaborei na edição da obra, "Na Viragem do Milénio - 160 Anos Incríveis", coordenado por Carlos Guilherme.

domingo, 10 de novembro de 2013

Até Amanhã Camaradas


No dia do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal, não poderia deixar de evocar o escritor, na minha "carroça dos livros".

Não falo do ensaista, mas sim do ficcionista, que se disfarçou de Manuel Tiago. Gostei muito de ler as suas obras, especialmente, "Até Amanhã Camaradas", que foi adaptada para o cinema (está em exibição nas nossas salas) e para a televisão.

Não foi por acaso que fiz uma palestra em Almada, "À Descoberta de Manuel Tiago...", no mês sempre especial de Abril.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

"Deixem-me Ser Quem Sou!"


"Deixem-me Ser Quem Sou!", da autoria do meu amigo Orlando Laranjeiro, não surge aqui por acaso.

Além de ser autor do posfácio, fui um dos seus colaboradores, tentando oferecer às 376 páginas uma sequência mais agradável e da vontade do autor.

É um livro importante para a história de Almada, pois as memórias do Orlando estão cheias de gentes e de lugares...

A capa é da autoria do artista plástico, Zal, que já não está entre nós.

domingo, 15 de setembro de 2013

Lisnave, Uma Viagem no Tempo


Foi apresentado ontem em Cacilhas, o meu último livro, "Lisnave, Uma Viagem no Tempo".

Provavelmente ficava melhor chamar-lhe catálogo, já que também tem fotografias, fotografias de João Soeiro, tiradas pouco tempo depois do encerramento dos estaleiros navais.

Foi pensado e editado devido ao fim da Freguesia de Cacilhas, decretado pelo governo mais mentiroso, desonesto e sabujo que conheço após a Revolução de Abril.

Foi a forma de agradecer a uma Autarquia que já me editou cinco livros, todos eles sobre a história desta Localidade Ribeirinha especial...

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Dia da Fotografia


Porque hoje se comemora o Dia Mundial da Fotografia, publico uma capa de um livro de poesia, "A Minha Janela", da autoria de Maria Gertrudes Novais, ilustrada com uma fotografia minha, uma das "minhas janelas" à beira Tejo...

Também escrevi  o "Quase Prefácio" deste livro...

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Treze Anos Depois...


É uma sensação estranha, ver alguém a folhear um livro que escrevemos. Apetece sempre dizer qualquer coisa, mas...

"Almada e a Resistência Antifascista", foi publicado em 2000. Lembro-me, que, pouco tempo depois de ser apresentado e estar disponível na Biblioteca Municipal, vi-o nas mãos de um grupo de alunos do secundário. Senti uma vontade enorme de me apresentar, mas contive-me. Pensei que poderia ajudar ou tirar alguma dúvida, mas segui viagem...

Treze anos depois voltei a ver um leitor já de meia idade a folheá-lo, absorvido por uma das três partes que constam do livro.

Claro que não o interrompi...